Filme: Fanny and Alexander (1982)

Filmes para Leitura Clínica (Indicações) Sem Comentários »

Fanny and Alexander (1982) - Trailer:

FANNY E ALEXANDER (1982) Suécia, França, Alemanha

Cidade interiorana suíça, começo do século 20. Há um teatro apreciado por todos, uma tradicional universidade, uma igreja livre e poderosa. O teatro da cidade foi comprado em meados do século 19 pelo rico empresário Oscar Ekdahl. Quando o filme começa, a viúva Helena Ekdahl é a matriarca da turbulenta família. Ela passou a administração do teatro para seu filho mais velho e a sua esposa. Inicialmente, a história é sobre os Ekdahl e seus integrantes, e tudo é razoavelmente idílico. Gradualmente, o bispo Edvard Vergerus vai se envolvendo com a família. Ele é um homem tolerante, com uma voz suave, batina bem ajustada e possuído por um ódio que não será destruído até que seu corpo se transforme num ardente pilar de fogo. Por mais que pareça estranho, é o garoto Alexander, de 10 anos, o responsável por sua morte. Fanny é sua jovem irmã. Fanny e Alexander é a história de um ano na vida da família Ekdahl.

Fonte: http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=380

Informações Técnicas
Título no Brasil:  Fanny & Alexandre
Título Original:  Fanny och Alexander
País de Origem:  Suécia
Ano de Lançamento:  1982
Direção:  Ingmar Bergman

Sobre o Escritor colombiano: Gabriel José García Márquez

Artigos Diversos Sem Comentários »

Vídeo sobre: A influência da infância em sua obra

Gabriel José García Márquez

06/03/1928, Aracataca (Colômbia)

Da Página 3 Pedagogia & Comunicação

Folha Imagem

gabriel-j-g

Márquez recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1982

Gabriel José García Márquez nasceu em Aracataca (Colômbia), e foi criado na casa de seus avós maternos, que iriam influenciar o futuro literato com as histórias que contavam. O avô, coronel Nicolas Márquez, veterano da guerra civil colombiana (1899-1902), narrava-lhe suas aventuras militares, e a avó, Tranquilina Iguarán, relatava fábulas e lendas que transmitiam sua visão mágica e supersticiosa da realidade.
García Márquez, ou simplesmente Gabo, completou os primeiros estudos em Barranquilla e Zipaquirá, onde teve um professor de literatura, Carlos Julia Calderón Hermida, que desempenhou papel marcante em sua decisão de se tornar um escritor e a quem dedicaria seu romance "O Enterro do Diabo" (1955). Por insistência dos pais, Márquez chegou a iniciar o curso de direito na Universidade Nacional, em Bogotá, mas logo enveredou para o jornalismo, assumindo uma coluna diária no recém-fundado jornal "El Universal". Nunca se graduou.
Nessa época, final da década de 1940, publicou seus primeiros contos, "La Tercera Resignación" e "Eva Está Dentro de su Gato". Consagrou-se na carreira jornalística ao ingressar na redação de "El Espectador", onde se tornou o primeiro crítico de cinema do jornalismo colombiano e depois um brilhante cronista e repórter, que exerceu influência na vida cultural do país. Em 1955, viajou para a Europa como correspondente do jornal, após a publicação de uma extensa reportagem, "Relato de um Náufrago", que desagradou ao governo do general Roja Pinillas.
No final dos anos 50, de volta às Américas, trabalhou em Caracas (Venezuela), em Cuba, onde passou seis meses, e em Nova York, dirigindo a agência de notícias cubana Prensa Latina. Em 1960, García Márquez mudou-se para a Cidade do México e começou a escrever roteiros para cinema. No ano seguinte, publicou "Ninguém Escreve ao Coronel" e, em 1962, "O Veneno da Madrugada", que ganhou o Prêmio Esso de Romance, na Colômbia.
Em 1966, segundo depoimento do escritor mexicano Carlos Fuentes, quando voltava do balneário de Acapulco para a Cidade do México, García Márquez teve o momento de inspiração para escrever o romance que ruminava há mais de uma década. Largou o emprego, deixando o sustento da casa e dos dois filhos a cargo da mulher, Mercedes Barcha. Isolou-se pelos próximos 18 meses, trabalhando diariamente por mais de oito horas. No ano seguinte, publicou aquele que seria sua obra mais conhecida, "Cem Anos de Solidão" (1967) - unanimemente uma obra-prima da literatura em língua espanhola.
Com o sucesso, mudou-se para Barcelona, Espanha, onde permaneceu até 1975, passando temporadas em Bogotá, México, Cartagena (Colômbia) e Havana. Em 1981, voltou para a Colômbia. Acusado pelo governo de colaborar com a guerrilha, exilou-se no México. Nesse período, publicou novos romances, livros de contos e antologias de sua produção jornalística e de ficção.
Em 1982, recebeu o Prêmio Nobel de Literatura. Segundo se soube posteriormente, a premiação foi disputada com o escritor inglês Graham Greene e o alemão Günther Grass. Diante da Academia Sueca e de quatrocentos convidados, pronunciou o discurso "A Solidão da América Latina", questionando os estereótipos com que os latino-americanos eram vistos na Europa e a falta de atenção dos países ricos ao continente.
O escritor retornou ao jornalismo em 1999, quando passou a dirigir a revista "Cambio". Em 2002, publicou "Viver Para Contá-la", primeiro volume de sua autobiografia. Entre outras obras de destaque, García Márquez é o autor de "Crônica de uma Morte Anunciada" (1981), "O Amor nos Tempos do Cólera" (1985), "O General em Seu Labirinto" (1989) e "Notícias de um Seqüestro" (1996). O último romance que publicou, em 2004, intitula-se "Memórias de Minhas Putas Tristes".
Alguns de seus textos foram adaptados para o cinema, como "Eréndira", de 1983, estrelado por Cláudia Ohana e dirigido por Ruy Guerra, e "O Amor nos Tempos do Cólera", de 2007, dirigido pelo inglês Mike Newell, e com a participação de Fernanda Montenegro.

Fontes: Banco de Dados/Folha de S. Paulo e edição comemorativa dos 40 anos de "Cien Años de Soledad", Madrid, 2007, Real Academia Española

Sugestão de filme para leitura clínica filosófica

Filmes para Leitura Clínica (Indicações) Sem Comentários »

Johnny Vai à Guerra
(Johnny Got His Gun)

Trecho do filme:

Sinopse:
Primeiro e único filme dirigido pelo escritor e roteirista Dalton Trumbo, uma das grandes vítimas do macarthismo, Johnny Vai à Guerra é um monumento cinematográfico erigido contra todas a guerras: do passado, do presente e do futuro. Afinal, Trumbo criou a figura do soldado sem nome como uma metáfora de todos os homens que perderam a vida na guerra. 
Filme poético e chocante, é narrado em dois níveis, com o preto e branco e o colorido separando a vida e a agonia de um soldado reduzido a um torso em combate durante a 1ª Guerra Mundial. Por meio de um monólogo interior, somos testemunhas do que foi a vida do jovem soldado e acompanhamos o que restou do seu corpo numa sala escura de hospital. 
Vencedor do Prêmio Especial do Júri e do Prêmio da Crítica (FIPRESCI) no Festival de Cannes em 1971, Johnny Vai à Guerra é um filme tão aterrador quanto necessário. Fonte: http://www.2001video.com.br/detalhes_produto_extra_dvd.asp?produto=12404

Sugestão para leitura clínica filosófica: Filme

Filmes para Leitura Clínica (Indicações) Sem Comentários »

A Família Savage

Trechos do filme:

A Família Savage
(Savages, The, 2007)

Os irmãos John Savage (Philip Seymour Hoffman) e Wendy Savage (Laura Linney) precisam se juntar para cuidar do pai doente (Philip Bosco). Separados afetivamente e geograficamente por muitos anos, os filhos de Lenny Savage pouco conhecem sobre o homem que tentam salvar. No processo de cura do velho Savage, os irmãos confrontarão suas personalidades em um cômico drama familiar.

Fonte: http://br.cinema.yahoo.com/filme/14450

Leitura clínica filosófica

Filmes para Leitura Clínica (Indicações) Sem Comentários »

fio

"The Razor’s Edge" (1984 - 124m)

SINOPSE

A HISTÓRIA DE UM HOMEM EM BUSCA DE SI MESMO

Bill Murray tem uma inesquecível performance como Larry Darrell, um homem em busca de um sentido para a vida, nesta extraordinária adaptação do clássico de W. Somerset Maugham.

Quando Larry volta da I Grande Guerra desiludido com os valores da era do Jazz, rejeita a sua noiva abastada (Catherine Hicks) e o seu superficial estilo de vida para partir em busca da verdade nos Himalaias. Mas Larry depressa descobre que o caminho para o conhecimento é tão doloroso como pisar "o fio da navalha" e volta à civilização, onde conhece o lado mais negro da vida ao tentar salvar uma rapariga da sua terra natal que se tornou prostituta (Theresa Russell).

Esta provocadora história e a brilhante interpretação de Bill Murray fazem de "O Fio da Navalha" um extraordinário filme que nos toca no coração.

REALIZADOR
John Byrum

INTÉRPRETES
Bill Murray, Theresa Russell, Catherine Hicks, Denholm Elliott, James Keach, Peter Vaughan, Brian Doyle-Murray, Stephen Davies, Saeed Jaffrey, Faith Brook, André Maranne.

Fonte: http://www.dvdpt.com/o/o_fio_da_navalha.php

Hospedado por IlhaHost
Entries RSS Comments RSS Login