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	<description>Associação Catarinense de Filosofia Clínica</description>
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		<title>Not&#237;cia: Instituto Sul Catarinense de Filosofia Cl&#237;nica</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 20:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação Catarinense de Filosofia Clínica anuncia a abertura do Instituto Sul Catarinense de Filosofia Clínica e parabeniza aos colegas da cidade de Criciúma.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Catarinense de Filosofia Clínica anuncia a abertura do Instituto Sul Catarinense de Filosofia Clínica e parabeniza aos colegas da cidade de Criciúma.</p>
<p><a href="http://www.acafic.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/institutosul.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="instituto-sul" border="0" alt="instituto-sul" src="http://www.acafic.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/institutosul_thumb.jpg" width="240" height="210" /></a></p>
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		<title>Da Ess&#234;ncia da Verdade &#8211; Martin Heidegger</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 20:29:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros (Sugestão de Leitura)]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Martin Heidegger   DA ESSÊNCIA DA VERDADE,      Vom Wesen der Wahrheit, 1943.    MARTIN HEIDEGGER, 1889-1976. 
Em sua vontade de romper com o idea­lismo tradicional, Heidegger dedica-se ao projeto de conferir a importância devida à ideia de &#34;verdade da coisa&#34;. Por isso, des­creve a operação do conhecimento. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.acafic.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/clip_image001.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image001" border="0" alt="clip_image001" src="http://www.acafic.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/clip_image001_thumb.jpg" width="280" height="198" /></a></p>
<p>Martin Heidegger   <br /><b>DA ESSÊNCIA DA VERDADE,      <br /></b><i>Vom Wesen der Wahrheit</i>, 1943.    <br />MARTIN HEIDEGGER, 1889-1976. </p>
<p>Em sua vontade de romper com o idea­lismo tradicional, Heidegger dedica-se ao projeto de conferir a importância devida à ideia de &quot;verdade da coisa&quot;. Por isso, des­creve a operação do conhecimento. Parte do princípio de que, no processo do conhe­cimento, estamos &quot;abertos&quot; à coisa; mas essa atitude só é possível porque nosso comportamento em geral se define pela noção de &quot;abertura&quot;. A noção de abertura confunde-se, na verdade, com a liberdade propriamente dita, que &quot;desvela&quot; a coisa. Ora, se a coisa é, por isso mesmo, desvela­da, é porque, antes, estava velada, dissimu­lada, exatamente como o Ser. É assim que Heidegger nos leva a compreender qual é o papel da filosofia, e o que lhe confere valor profundo, a saber, revelar-nos, pela tomada de consciência, a dissimulação do Ser. </p>
<p>Assim se coloca a questão de saber o que é a verdade. A verdade é compreendida de duas maneiras. É &quot;verdadeiro&quot; o ouro como coisa que se encontra em conformidade com aquilo a que visamos quando pensa­mos em ouro. Mas também é &quot;verdadeiro&quot; um enunciado que signifique ou expresse a coisa que julgamos. A verdade está toda vez &quot;em concordância&quot;: ela é &quot;conformida­de&quot; ou justeza <i>(Richtigkeit). </i>De maneira geral, o &quot;deixar-ser&quot; pode ser pensado tan­to como revelação quanto como dissimula­ção. Mas o Ser como existente total é obnu­bilado, oculto, não desvelado. Essa obnubi­lação vai impedir que a verdade se desvele. Toda a realidade humana é dominada por essa não-verdade. No entanto, não se trata de uma privação do Ser, mas do pressupos­to do desvelamento, porquanto a verdade é esse desvelamento do Ser. O que significa que o horizonte da obnubilação é a condi­ção necessária do desvelamento ou da ver­dade. Mas a própria dissimulação está dis­simulada. É por isso que Heidegger fala do &quot;esquecimento do Ser&quot;. Assim, a questão da verdade remete à questão do Ser. Radi­calizando-se, ela se torna a &quot;verdade da Es­sência&quot;, o advento do Ser no <i>Dasein. </i>O opúsculo termina com a observação de Hei­degger de que o pensamento do &quot;sentido do Ser&quot; ou da &quot;verdade do Ser&quot; não foi ali de­senvolvido. Cabe lembrar que é necessário que o desacerto abarque tudo o que faze­mos. Visto estar cortada a sua relação com o mistério, o desacerto é considerado pelo filósofo como a antiessência fundamental; ele é a verdade inautêntica. Contudo, esque­cido, o mistério nem por isso está elimina­do. Na <i>Introdução à metafísica</i>,<i> </i>o homem chega ao nada; resta-lhe reaprender que o nada é o véu do Ser. </p>
<p><b>Estudo: </b>B. Rioux, <i>L’être et la verité chez Heidegger </i><i>e</i> <i>Saint Thomas d’ Aquin</i>,<i> </i>P.U.F., 1963. </p>
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		<title>A Estrutura das Revolu&#231;&#245;es Ci&#234;nt&#237;ficas &#8211; Kuhn</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 00:11:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros (Sugestão de Leitura)]]></category>

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		<description><![CDATA[
ESTRUTURA DAS REVOLUÇÕES CIENTÍFICAS,     The Structure of Scientific Revolutions, 1962.     THOMAS SAMUEL KUHN. 
Kuhn observa que a maioria dos historia­dores das ciências ilustra ou defende a ideia de que a ciência progride por acumulação linear das descobertas e intenções indivi­duais. Para o autor desse ensaio, essa visão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.acafic.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/clip_image002.jpg"><img title="clip_image002" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="274" alt="clip_image002" src="http://www.acafic.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/clip_image002_thumb.jpg" width="201" border="0" /></a></p>
<p>ESTRUTURA DAS REVOLUÇÕES CIENTÍFICAS,<strong>     <br /></strong><i>The Structure of Scientific Revolutions</i>, 1962.     <br />THOMAS SAMUEL KUHN. </p>
<p>Kuhn observa que a maioria dos historia­dores das ciências ilustra ou defende a ideia de que a ciência progride por <i>acumulação</i> linear das descobertas e intenções indivi­duais. Para o autor desse ensaio, essa visão continuísta do desenvolvimento científico só pode ser aplicada àquilo que ele chama de “ciência normal”. </p>
<p>Durante os longos períodos em que a ciência é <i>normal</i>, o conjunto da comunida­de científica (pesquisadores, mas também professores e alunos) forma corpo em tomo de uma “matriz disciplinar”, ou <i>paradigma</i>, que inspira. Erigidos à categoria de dog­mas, esses paradigmas, a exemplo da teoria do movimento de Aristóteles ou da concep­ção corpuscular da luz, orientam a pesquisa e determinam o âmbito no qual seus resul­tados serão interpretados. Se ocorrer uma “anomalia”, todos se esforçarão por reduzi­-la, para que ela possa amoldar-se “à caixa pré-formada e inflexível fornecida pelo pa­radigma”. Assim, a ciência normal, ao contrário do que afirma Popper em <i>A lógica da pesquisa científica</i>, quase não procede por conjecturas e refutações, mas sim pelo <i>acú</i><i>­</i><i>mul</i><i>o</i> de teorias destinadas a ratificar as ba­ses do paradigma do momento. </p>
<p>No entanto, certas anomalias “resistem” aos esforços de assimilação dos cientistas. O paradigma em vigor entra então em crise, a ciência se torna extraordinária, e seus agen­tes são obrigados a rejeitá-lo para, depois de um período de relativa confusão, substituí-lo por um novo paradigma capaz de explicar de maneira satisfatória fenômenos julgados “anormais” no sistema anterior. </p>
<p>É durante essas revoluções (passagens de um paradigma a outro) que a ciência real­mente progride. Pois o abandono de um ve­lho paradigma pela comunidade científica provoca uma revisão radical de seus princí­pios, métodos e critérios de juízo: “O que antes da revolução era um pato para o cien­tista, depois dela passa a ser um coelho”, escreve Kuhn com inegável senso de sínte­se. Para além das teorias científicas, é nos­sa própria visão de mundo que passa por modificações quando um paradigma é aban­donado em favor de outro. </p>
<p>Edição brasileira: <i>A estrutura das revoluções científi</i><i>­</i><i>c</i><i>as</i>, São Paulo, Perspectiva, 1996. </p>
<p>Estudo: Stengers, “La description de Kuhn et son application à la biologie contemporaine”, in <i>Annales de l’Institut de philosophie</i>, Bruxelles, 1973. </p>
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		<title>A filosofia do &#8220;n&#227;o&#8221; &#8211; Gaston Bachelard</title>
		<link>http://www.acafic.com.br/blog/a-filosofia-do-no-gaston-bachelard/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 01:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros (Sugestão de Leitura)]]></category>

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		<description><![CDATA[     GASTON BACHELARD

A FILOSOFIA DO &#34;NÃO&#34;,   Ensaio de uma filosofia do novo espírito científico,     La philosophie du non. Essai d &#8216;une philosophie du nouvel esprit scientifique, 1940.      GASTON BACHELARD, 1884-1962. 
Nem negativismo nem niilismo: o &#34;não&#34; da Filosofia do &#34;não&#34; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.acafic.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/bachelard.jpg"><img title="bachelard" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="244" alt="bachelard" src="http://www.acafic.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/bachelard_thumb.jpg" width="165" border="0" /></a>     <br />GASTON BACHELARD<b></b></p>
<p><b></b></p>
<p>A FILOSOFIA DO &quot;NÃO&quot;,   <br />Ensaio de uma filosofia do novo espírito científico,     <br /><i>La philosophie du non. Essai d &#8216;une </i><i>philosophie </i><i>du nouvel esprit scientifique, </i>1940.<i>      <br /></i>GASTON BACHELARD, 1884-1962. </p>
<p>Nem negativismo nem niilismo: o &quot;não&quot; da <i>Filosofia do &quot;não&quot; </i>designa a superação, por generalização dialética, de toda filoso­fia da ciência fechada em sistemas de axio­mas, bem como a essencial abertura do pensamento científico, especialmente em três campos: química, física e lógica. </p>
<p>Bachelard começa com a crítica da no­ção clássica de substância: entre os dois pólos &#8211; realismo e kantismo -, o racionalis­mo dialético da noção de substância permi­te desenvolver uma filosofia de realização das matérias e de relativização das catego­rias. O substancialismo é assim condenado por seus próprios pressupostos. </p>
<p>Bachelard critica em&quot; seguida a noção clássica de intuição: a partir de um exem­plo extraído da microfísica, o da conexão espacial linear, o filósofo demonstra que a intuição primeira ou &quot;natural&quot; deve ceder lugar à intuição trabalhada, se quisermos compreender certas propriedades parado­xais da organização fenomênica. A incer­tezas complementares de Heisenberg são assim confirmadas pela concepção de pro­pagação de Adolphe Buhl. </p>
<p>Por fim, o autor faz a crítica da domina­ção exclusiva da lógica aristotélica. Em ligação com as teorias físicas de sua época, em particular a de Heisenberg, Bachelard ressalta a pertinência da observação de ló­gicas não aristotélicas, como por exemplo de três valores. Qualifica de &quot;degenerescên­cia&quot; (em ciência, &quot;degenerescência&quot; signifi­ca extinção de uma possibilidade de estru­tura) a passagem de uma lógica de três va­lores para a lógica aristotélica bivalente. </p>
<p>Pelo estudo desses três campos &#8211; quí­mica, física e lógica -, Bachelard mostra o caráter incitativo da filosofia indutiva e sintética, que ele reúne sob o título &quot;filo­sofia do &#8216;não&#8221;&#8217;. Esta serve de fundamen­to a um <i>supra-racionalismo</i>, que determina as propriedades de um supra-objeto, &quot;re­sultado&quot; de uma objetividade que do ob­jeto só retém aquilo que nele criticou (o átomo, definido como soma das críticas sucessivas às quais foi submetida sua imagem primeira, constitui exemplo disso na microfísica contemporânea). </p>
<p>Edição brasileira: <i>A filosofia do &quot;não&quot;</i>,<i> </i>São Paulo, Abril, 1984. </p>
<p>Estudo: G. Canguilhem, &quot;Dialectique et philosophie du non chez Gaston Bachelard&quot;, in <i>Études d&#8217;histoire et de philosophie des sciences</i>,<i> </i>Vrin, 1983. </p>
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		<title>A Arte de Compreender &#8211; Gadamer</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 14:43:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros (Sugestão de Leitura)]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Hans-Georg Gadamer, 2000
A ARTE DE COMPREENDER   Hans Georg Gadamer
O problema hermenêutico é colocado em relação à filosofia do conhecimento. 
A ação da consciência inserida no devir histórico é exercida na ordem da linguagem. A partir desse ponto de vista, coloca-se o problema da metodologia das ciências humanas. Encontram-se aí os temas mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.acafic.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/aaa.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="aaa" border="0" alt="aaa" src="http://www.acafic.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/aaa_thumb.jpg" width="301" height="223" /></a>&#160; <br />Hans-Georg Gadamer, 2000</p>
<p>A ARTE DE COMPREENDER   <br />Hans Georg Gadamer</p>
<p>O problema hermenêutico é colocado em relação à filosofia do conhecimento. </p>
<p>A ação da consciência inserida no devir histórico é exercida na ordem da linguagem. A partir desse ponto de vista, coloca-se o problema da metodologia das ciências humanas. Encontram-se aí os temas mais caros ao filósofo: hermenêutica, tradição e linguagem. </p>
<p>A Hermenêutica, ciência da compreensão dos textos, desenvolvida tanto como pressuposto teológico da exegese bíblica como método de reflexão filosófica e científica (desenvolvido por Friedrich Schleiermacher, Wilhelm Dilthey, Martin Heidegger, Hans-Georg Gadamer, entre outros) parte do pressuposto de que tudo o que não foi compreendido pode ser desvendado por uma leitura cíclica. </p>
<p>O ciclo descreve um movimento da parte ao todo e à parte e ao todo e assim por diante, até se chegar a uma totalidade do objeto apreciado. Neste modelo, a não compreensão é apenas um momento temporário do processo de comunicação, a ser eliminado ou minimizado através deste círculo hermenêutico. </p>
<p>Estudo: P. Fruchon, introdução à edição francesa: <i>L’art de comprendre</i>, Aubier – Montaigne, 1982.</p>
<p>Fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,1874870,00.html</p>
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